04.10.2009
PÚBLICO
As Nações Unidas lançaram em Montreal uma campanha mundial de sensibilização para a salvaguarda da biodiversidade, dando início às comemorações do Ano Internacional da Diversidade Biológica 2010, declarado pela Assembleia-geral da ONU.
De acordo com um comunicado da ONU, a campanha pretende “celebrar a diversidade da vida na Terra e contrariar a perda da biodiversidade no mundo”. Na verdade, o ritmo de extinções é “alarmante”, ou seja, mil vezes o ritmo que seria natural, estima a ONU. “Esta perda é causada pelas actividades humanas e estima-se que seja agravada pelas alterações climáticas”.
O tema da campanha - “A biodiversidade é a vida. A biodiversidade é a nossa vida” – sublinha o “papel crucial da natureza no apoio à vida na Terra, incluindo a nossa”.
“O ano 2010 será um ano de mobilização internacional em relação a este desafio global, que nos irá permitir ir mais longe nas nossas acções”, declarou Gerald Tremblay. No âmbito desta iniciativa, a cidade de Montreal criou um Centro de Investigação sobre a Biodiversidade, no Jardim Botânico, e um parque natural de 23 hectares no Monte Royal.
O Ano Internacional da Diversidade Biológica será inaugurado com eventos no Brasil e na Alemanha. Em Janeiro, a Unesco lançará uma exposição internacional, em Paris.
A Assembleia-geral da ONU de 20 de Setembro de 2010 será um evento crucial que preparará a Cimeira da Biodiversidade de Nagoya, em Outubro de 2010, onde os governos definirão os objectivos e etapas para contrariar a perda da biodiversidade.
O ano terminará em Kanazawa, no Japão, em Dezembro de 2010 com uma cerimónia que marca o início do Ano Internacional das Florestas 2011.
in http://ecosfera.publico.clix.pt (adaptado)
Gostei muito do vosso blogue, está muito fixe, não sei como há pessoal que não gosta dele.
ResponderEliminarAcho que está bastante apelativo e tem o necessário para nos fazer entender a razão pela qual não devemos maltratar os animais, pois eles afinal de contas são semelhantes a nós, são constituídos por células, tecidos e órgãos.
Lá por nós sermos mais desenvolvidos, isso não nos dá o direito de fazer o que queremos com eles.
Apesar de todas as atrocidades que fazemos com eles, eles continuam a gostar de nós, como acontece muitas vezes com os cães.
As vezes pergunto-me: O que será que estes pensam de nós?
Certamente viveriam muito melhor sem nós.